sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Contação de histórias

Nos dias 24 e 25 de setembro, dentro da programação da 9ª Primavera de Museus, a criançada pôde se divertir com a contação de histórias indígenas! No dia 24 a atividade aconteceu no Museu Casa Padre Toledo, que integra o Campus Cultural UFMG em Tiradentes. Já no dia 25, as histórias indígenas foram até a Escola Municipal Prof.ª Alice Lima Barbosa.
Andreia Duarte, atriz  e educadora, foi a responsável por contar as histórias. Andreia tem 15 anos de experiência e pesquisa com a cultura indígena, tendo vivido cinco anos na aldeia Kamayura (Parque Indígena do Xingu). Desde 2001, além de palestras e cursos de formação para professores, a educadora tem trabalhado na atividade de contação de histórias indígenas.

Foto: Jardel Santos


Foto: Jardel Santos

Cultura Indígena

Nos dias 23 e 24 de setembro, como parte da programação da 9ª Primavera de Museus, foi realizado um curso de formação para professores sobre a cultura indígena, na Casa de Cultura UFMG, que integra o Campus Cultural UFMG em Tiradentes. O curso foi criado com o intuito de desenvolver um percurso que aborde a realidade indígena no Brasil, esclarecendo preconceitos e mistificações e também auxiliando os processos de ensino, por meio de conhecimentos gerais sobre a etnologia indígena e conhecimentos específicos sobre o cotidiano dos índios, com enfoque na etnia Kamayura.
O curso, ministrado por Andreia Duarte, é dividido em duas partes: a primeira tem o intuito de desconstruir o imaginário comum sobre a cultura indígena através de reflexões sobre o processo histórico; e a segunda visa abordar a realidade indígena, o cotidiano, suas especificidades culturais e a educação (informal e escolar), com ênfase nas comunidades do Alto Xingu.
Andreia Duarte tem 15 anos de experiência e pesquisa com a cultura indígena. A educadora viveu cinco anos na aldeia Kamayura (Parque Indígena do Xingu) e já visitou comunidades indígenas em Rondônia, Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Pernambuco, Alagoas, São Paulo e Mato Grosso. Desde 2001, tem ministrado diversas palestras e cursos de formação de professores sobre a temática indígena.


Foto: Anna Karina Bartolomeu


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Frágil Memória da Pedra

Durante a 9ª Primavera de Museus, a exposição fotográfica “Frágil Memória da Pedra – a arte rupestre como herança indígena nos caminhos da Estrada Real”, de Cristiano Lima, estará aberta na Casa de Cultura UFMG, que integra o Campus Cultural UFMG em Tiradentes. O registro fotográfico de grafismos rupestres – desenhos, pinturas e gravuras – tem o intuito de conscientizar a população sobre a importância do patrimônio gráfico-arqueológico existente ao longo da Estrada Real tanto como patrimônio nacional e quanto memória indígena, tendo em vista que os grafismos rupestres são registros de uma organização mental, racional, cultural e estética, deixados propositalmente nas pedras pelos paleoíndios (ancestrais dos indígenas atuais). A exposição estará aberta para visitação até 11 de outubro.


Foto: Jardel Santos

A Urna da Minha Aldeia

Até 11 de outubro, a exposição “A Urna da Minha Aldeia” estará no Museu Casa Padre Toledo, que integra o Campus Cultural UFMG em Tiradentes. Como parte da programação da 9ª Primavera de Museus, este projeto, coordenado pelos professores Cristiano Lima e Zandra Coelho de Miranda, pretende ser um manifesto pela diversidade cultural humana. A partir da pesquisa de elementos de culturas ceramistas antigas, alunos e professores do curso de Artes Aplicadas da UFSJ, além de ceramistas convidados, puderam confeccionar urnas de cerâmica que atualizam tradições milenares. A exposição dessas urnas contemporâneas propõe uma reflexão sobre os riscos da erosão cultural de comunidades ceramistas tradicionais.


Foto: Bruno Salomão Marioto Resende